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19 Sep 2017

1° Seminário #resista une lutas contra retrocessos colocados pelo atual governo

Entre os dias 18 e 19 de setembro foi realizado o 1° Seminário #resista, em Brasília, DF. Participaram do evento cerca de 70 pessoas, de 48 organizações e 10 estados da federação, que uniram pensamentos e lutas para resistir aos retrocessos colocados pelo atual governo. O evento teve como objetivo dar visibilidade às denúncias, ampliar a mobilização social e cobrar transparência do Governo Federal e do Congresso Nacional.

O pecuarista familiar Marcos Sanches Blanco e a quilombola e também pecuarista familiar, Mariglei Dias de Lima participaram do Seminário representando o Comitê dos Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa. Conforme  Marcos, "o Pampa está sob ameaça e luta, impactado pelos interesses em torno do agronegócio e da mineração, a exemplo do interesse em minerar chumbo, cobre e zinco pela Votorantim". 

Os debates ocorreram a partir de três conjuntos de temas: 1) Legislação ambiental, Segurança e Soberania alimentar e Gestão do território, 2) Questão fundiária no campo e na cidade e 3) Direitos territoriais, civis e políticos. Diversas organizações participantes contribuíram com importantes subsídios para qualificar a reflexão sobre a complexa conjuntura atual. 

O Seminário encerrou com um ato em frente ao Palácio do Planalto e com um documento protocolado em atenção ao presidente Michel Temer, que, na ocasião, encontrava-se em agenda no exterior, participando da Assembleia Geral, na Organização das Nações Unidas (ONU), tratando contraditoriamente de supostos avanços na agenda socioambiental no Brasil. A mobilização #resista já conta com a adesão de cerca de 150 organizações e movimentos sociais.

Organizações presentes no 1° Seminário #resista:

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra/MST, Marcha Mundial do Clima, SOS Clima Terra, Amigos da Terra - Amazônia, Instituto Centro da Vida/ICV, WWF, Brigada Adão Pretto, Rede ODS Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Coletivo de Segurança Alimentar-RJ, Movimento dos Pequenos Agricultores/MPA, Movimento Camponês Popular/MCP, Instituto de Estudos Socioeconômicos, Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, Associação de Agricultura Orgânica/AAO, Fórum da Amazônia Oriental/FAOR, Conselho Indigenista Missionário/CIMI, Comitê de Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa, Pastoral da Juventude Rural/PJR, Fundação Luterana de Diaconia/FLD, Engajamundo, Conectas Direitos Humanos, Conservation Internacional Brasil, Greenpeace, Imazon, Instituto Socioambiental/ISA, Central Única dos Trabalhadores/CUT, Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida, Movimento Atingidos por Barragens/MAB, Cáritas Brasileiras, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura/CONTAG, Instituto Pólis, União Nacional dos Estudantes/UNE, Instituto Kairós, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil/APIB, Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional, Articulação Nacional de Agroecologia/ANA, Carta de Belém, Marcha Mundial de Mulheres, Frente Brasil Popular, Instituto Polis, Fórum Brasileiro de Reforma Urbana, Comitê Xingu Vivo, Aliança pela Agricultura Saudável, Comissão de Implementação da Lei de Orgânicos em São Paulo, Justiça Global, Consulta Popular, Associação Brasileira de Reforma Agrária, Slow Food - Brasil, Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular/NAJUP – Lyra Filho, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto/MTST.

#resista - Carta aberta à sociedade e ao Governo

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